Com certeza não!
Acho que ninguém (ninguém com o mínimo de higiene e educação), cospe em casa, joga papel e resto de comida no chão ou então deixa o cachorro "cagar" dentro de casa!!!
Pois bem, então por que inúmeras pessoas fazem isso nas ruas, nos locais públicos, nos lugares que acham que não é sua obrigação manter limpo e conservado!?
Eu simplesmente não consigo entender!
A educação só serve para ambientes fechados e privados?
Porque sei que em lugares públicos o que vale é falta de educação e nem preciso ir muito longe para confirmar isso, por exemplo as pessoas que ficam na plataforma do metrô aguardando, muitas delas jogam os pacotes de salgadinhos, biscoitos, papeis que não precisam mais em cima dos trilhos, e aqueles que até tentam jogar no lixo, mas quando não acertam deixam no chão mesmo, tento até ler seus pensamentos deve ser algo como: "Eu tentei, estou de consciência tranquila, tem gente que é paga para pegar o lixo do chão e a culpa não é minha se a lixeira tem abertura pequena e eu não acertei!". Só pode ser isso que se passa na cabeça desse pessoal! Não consigo imaginar outra coisa, vocês conseguem?!
Agora vou lhes contar um causo bem recente, esse dias enquanto vinha faminta do curso para casa deu que meu caminho cruzou com uma mulher e uma criança os quais vou apelidar carinhosamente de Dona Porca e Pequeno Porco, bom vamos ao causo, Pequeno Porco estava chupando um picolé, por conta do calor daquele dia o picolé ficou mole e caiu no chão, o pequenino revoltado fez uma cara feia, deu um gritinho e atacou com agressividade o palito e a embalagem do picolé. Dona Porca achou a cena engraçada e começou a rir, percebendo meu olhar desaprovador (eu até tentei disfarçar, mas não consegui!), resolveu dar uma bronca no garoto e o fazer pegar, ele resmungou e ela começou a brigar com ele, enfim eu não fiquei para ver o desfecho da confusão.
Agora me respondam com sinceridade, depois dela rir da atitude do filho e não falar nada por um tempo (porque ela só deu a bronca depois de perceber minha presença e minha cara perante a situação) ia resolver alguma coisa? Será que o garoto não irá repetir a porcalhada? ... Depois do feriado levei minha pequena ao parque aqui perto de casa e ela não pode brincar, porque tinha tanta sujeira que estava impossível ficar ali. Coitadinha, olhou ao redor com uma carinha triste e depois falou: "Mamãe, meus amiguinhos sujaram todo o parque, eu nem vou brincar na areia!" Aproveite a oportunidade e falei com ela sobre isso, o quanto era importante cuidar do nosso mundo e que não devemos jogar lixo no chão, ela me olhou deu um sorrisinho e me pediu: "Mamãe, limpa o mundo pra mim?!" Fiquei engasgada na hora, não disse nada só a abracei bem forte. Acho que fiquei com medo de prometer que limparia e não conseguir, mas espero que ela leve aquele dia sempre com ela e entenda que pra limpar o mundo tem que começar por ela também, não sujando ele e ensinado isso para os amiguinhos dela! Ficamos um tempinho para ela brincar um pouco nos balanços e saímos, não tinha condições de ficar naquele lugar!
Concluo então, que tudo isso não é problema de falta de educação e sim extinção dela...Além falta de amor....Sim, de amor!!!...Porque quem faz isso, não ama e nem respeita o próximo, o mundo em que vive, as futuras gerações e nem as elas mesma...
Indignada com tanta coisa que vejo....tanto que queria mudar...tanto que queria falar... Vejo que muitas pessoas já se acomodaram e se acostumaram aos absurdos com que convivemos, num ponto que essas coisas não passam de situações rotineiras!...Eu não me adapto a tudo isso! Viver é tão bom....o mundo pode ser tão mais lindo e porque ninguém acorda....quando for tarde vão rezar por um milagre e culpar a Deus que não dá ouvidos as preces, mas a culpa é toda nossa que não demos oportunidade pro milagre acontecer, afinal também depende de nós!!!...
...Morro feliz se conseguir fazer realmente diferença e saber que minha pequena vai ter um mundo melhor para os filhos dela! Hoje ela não tem consciência do que está acontecendo por ai, mas e amanhã? O que eu vou falar a ela?!
"O mundo é mágico, as "coisas" não morrem elas se transformam!"
domingo, 29 de novembro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Tenho que enteder que certos sentimentos não me servem...
...Sentimentos...
Preciso deles fortes, equilibrados...
Aprendi que lindos sentimentos desenfreados e sem doutrina são os mais simplórios e infames.
Aprendi que ninguém merece estar nas mãos de ninguém...
Porque o ser humano é louco
Volúvel
Inconstante
Insensível a reações...
[Me lembro de todos os sacanas que choravam na minha frente e fizeram promessas falsas, me fazendo carregar um erro, egoístamente, somente deles.]
Desde o primeiro instante foi justamente a força desse sentimento
Desse desejo
A forma como me abraça e me faz ficar...
A forma como me toca e me mantém presa a isso...
Me fascinou!!!
Dei-lhe a oportunidade de me conhecer por inteiro desde então, pelo meu olhar...
Me envolvi nessa história Shakespeareana de cabeça...
Não sei explicar...
uma simbiose que nem se ensaiássemos daria tão certo...
Mas, enquanto vivia esse encantador contos de fadas
Muitas coisas aconteciam
Criaram formas
e eu preciso acordar para segurar as consequências.
Ele... que não me conhece tanto...
Não sei mais como sair...
Não sei mais como começar a dizer...
Não, eu não o amo...mas gosto demais
de uma forma que não sei explicar nem definir ou nomear...
Nem se houvesse um plano maligno ia ser tão perfeito!
Isso tudo é culpa de histórias passadas...
De confianças esgotadas...
De manchas rotineiras...
Às vezes vezes esqueço...
Outras vezes me culpo...
Por quantas vezes mais vou errar?
É tão difícil um julgamento certo...
Celular
Internet
Sorrisos
Quantas tentações...
E se eu me entregasse a elas?
Quantas traições frustradas poderia conseguir....
Se não fosse por ele...
Que me prende...
Porque ele faz me tão bem!
A ponto de não merecer ser um corno sem culpa...
e isso não faz parte de mim...eu não sou assim...
Por mais tentador que pareça...e não quero viver de mentiras...
Não gosto de ser vítima, mas também o papel de vilã não me caí muito bem...
Não se encaixa no que faz parte mim...nem com que acredito e defendo...
Acho que a verdade é sempre mais digna por mais dura que seja...
Sem lamentações...
Talvez procure nele algo que não estou acostumada a descobrir em todos...
Ao mesmo tempo quero testar minha segurança
Minha capacidade de vencer um homem livre e fazê-lo me amar...
Quero me testar...
Ver quantas vezes posso cair
Ver quantas vezes vou errar...
Mas não posso viver constatemente suspensa a uma corda bamba...nesse momento preciso sentir o chão...
Eu vivo sonhando, mas aprendi que mesmo que me permita sonhar, há momentos que preciso estar presente de corpo e alma na realidade...
Porque nem sempre sabemos o que está embaixo quando a gente cai...
Nem sempre aguentamos tanto tempo suspenso a uma corda bamba...
(Desejos são magnéticos)
Preciso deles fortes, equilibrados...
Aprendi que lindos sentimentos desenfreados e sem doutrina são os mais simplórios e infames.
Aprendi que ninguém merece estar nas mãos de ninguém...
Porque o ser humano é louco
Volúvel
Inconstante
Insensível a reações...
[Me lembro de todos os sacanas que choravam na minha frente e fizeram promessas falsas, me fazendo carregar um erro, egoístamente, somente deles.]
Desde o primeiro instante foi justamente a força desse sentimento
Desse desejo
A forma como me abraça e me faz ficar...
A forma como me toca e me mantém presa a isso...
Me fascinou!!!
Dei-lhe a oportunidade de me conhecer por inteiro desde então, pelo meu olhar...
Me envolvi nessa história Shakespeareana de cabeça...
Não sei explicar...
uma simbiose que nem se ensaiássemos daria tão certo...
Mas, enquanto vivia esse encantador contos de fadas
Muitas coisas aconteciam
Criaram formas
e eu preciso acordar para segurar as consequências.
Ele... que não me conhece tanto...
Não sei mais como sair...
Não sei mais como começar a dizer...
Não, eu não o amo...mas gosto demais
de uma forma que não sei explicar nem definir ou nomear...
Nem se houvesse um plano maligno ia ser tão perfeito!
Isso tudo é culpa de histórias passadas...
De confianças esgotadas...
De manchas rotineiras...
Às vezes vezes esqueço...
Outras vezes me culpo...
Por quantas vezes mais vou errar?
É tão difícil um julgamento certo...
Celular
Internet
Sorrisos
Quantas tentações...
E se eu me entregasse a elas?
Quantas traições frustradas poderia conseguir....
Se não fosse por ele...
Que me prende...
Porque ele faz me tão bem!
A ponto de não merecer ser um corno sem culpa...
e isso não faz parte de mim...eu não sou assim...
Por mais tentador que pareça...e não quero viver de mentiras...
Não gosto de ser vítima, mas também o papel de vilã não me caí muito bem...
Não se encaixa no que faz parte mim...nem com que acredito e defendo...
Acho que a verdade é sempre mais digna por mais dura que seja...
Sem lamentações...
Talvez procure nele algo que não estou acostumada a descobrir em todos...
Ao mesmo tempo quero testar minha segurança
Minha capacidade de vencer um homem livre e fazê-lo me amar...
Quero me testar...
Ver quantas vezes posso cair
Ver quantas vezes vou errar...
Mas não posso viver constatemente suspensa a uma corda bamba...nesse momento preciso sentir o chão...
Eu vivo sonhando, mas aprendi que mesmo que me permita sonhar, há momentos que preciso estar presente de corpo e alma na realidade...
Porque nem sempre sabemos o que está embaixo quando a gente cai...
Nem sempre aguentamos tanto tempo suspenso a uma corda bamba...
(Desejos são magnéticos)
domingo, 25 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
...O Pequeno Príncipe e a Raposa...

-Quem és tu? perguntou o Pequeno Príncipe. Tu és bem bonita...
-Sou uma raposa, disse a raposa.
-Vem brincar comigo, propôs o Principezinho. Estou tão triste...
-Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
-Ah! desculpa, disse o Principezinho. Que quer dizer "cativar"?
-É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
-Criar laços?
-Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim se não um miúdo inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo aos teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativares, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- A minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens caçam-me. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
-Por favor...cativa-me! disse ela.
-Bem gostava, disse o Principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
-A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
-Que é preciso fazer? perguntou o Principezinho.
-É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...Assim o Principezinho cativou a raposa. Mas quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
-Ah! Eu vou chorar.
-A culpa é tua, disse o Principezinho, eu não te queria fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
-Quis, disse a raposa.
-Mas tu vais chorar! disse o Principezinho.
-Vou, disse a raposa.
-Então, não vais lucrar nada!
-Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
-Adeus, disse ele...
-Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa.
Mas tu não a deves esquecer.
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas...
(Antoine De Saint-Exupéry)
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
...Envolta na história do Pequeno Príncipe...
Ele Cativa-me aos poucos...
Cada noite me envolve num mistério
Cada noite suas palavras me conduzem a vontade...
Me fazendo querer mais
Me fazendo querer descobrir quem é o dono dessa energia que me suga o tempo inteiro para os Sonhos...
Sonhos roubados
Escancarados...
Sonhos com cheiros
Beijos rápidos...
Desperdiçados?...
A espera de gestos
Cada noite me envolve num mistério
Cada noite suas palavras me conduzem a vontade...
Me fazendo querer mais
Me fazendo querer descobrir quem é o dono dessa energia que me suga o tempo inteiro para os Sonhos...
Sonhos roubados
Escancarados...
Sonhos com cheiros
Beijos rápidos...
Desperdiçados?...
A espera de gestos
a espera de nada que possa ajudar
a espera de cores que possa criar...
a espera de cores que possa criar...
Vontades que sempre vem...
Sonhos a finco...
Cansativos...Expressivos...Sugestivos...!!!
Sem realidade alguma?...
Sonhos a finco...
Cansativos...Expressivos...Sugestivos...!!!
Sem realidade alguma?...
(Desejos são magnéticos)
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Mudança
Você não sente, não vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
Que uma nova mudança em breve vai acontecer
O que há algum tempo era novo, jovem
Hoje é antigo
E precisamos todos rejuvenescer
Nunca mais teu pai falou: "She's leaving home"
E meteu o pé na estrada "like a Rolling Stone"
Nunca mais você buscou sua menina
Para correr no seu carro, loucura, chiclete e som
Nunca mais você saiu à rua em grupo reunido
O dedo em V, cabelo ao vento
Amor e flor, cade o cartaz?
No presente a mente, o corpo é diferente
E o passado é uma roupa que não nos serve mais
Você não sente, não vê
Como Poe, poeta louco americano,
Eu pergunto ao passarinho: "Blackbird, o que se faz?"
"Raven never raven never raven"
Blackbird me responde
Tudo já ficou pra trás"
Raven never raven never raven"
Assum-preto me responde
"O passado nunca mais"!...
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
Que uma nova mudança em breve vai acontecer
O que há algum tempo era novo, jovem
Hoje é antigo
E precisamos todos rejuvenescer
Nunca mais teu pai falou: "She's leaving home"
E meteu o pé na estrada "like a Rolling Stone"
Nunca mais você buscou sua menina
Para correr no seu carro, loucura, chiclete e som
Nunca mais você saiu à rua em grupo reunido
O dedo em V, cabelo ao vento
Amor e flor, cade o cartaz?
No presente a mente, o corpo é diferente
E o passado é uma roupa que não nos serve mais
Você não sente, não vê
Como Poe, poeta louco americano,
Eu pergunto ao passarinho: "Blackbird, o que se faz?"
"Raven never raven never raven"
Blackbird me responde
Tudo já ficou pra trás"
Raven never raven never raven"
Assum-preto me responde
"O passado nunca mais"!...
(Velha Roupa Colorida - Belchior)
domingo, 20 de setembro de 2009
Viver...
...é bem melhor do que sonhar!...


E com isso não afirmo que sonhar é ruim, mas que depois de sonhar, planejar, praticamente tocar o que se deseja, dar os passos para que tudo aconteça, lutar e acreditar...a melhor parte é concluir e realizar os planos...os sonhos.
Talvez a melhor sensação do mundo...Humm...Aquela sensação de satisfação, de conquista, de vitória, sensação que nos fortalece, que nos impulsionam para mais, para sonhar mais e sempre....Pois acredito fielmente que os sonhos assim como o futuro são infinitos!
Deixo uma questão no ar...
"Quem é você nesse mundo complicado?
Um sonhador que pode se fazer capaz de conquistar ou somente um sonhador?...
Esse papel é só você quem escolhe!
"Eu tenho uma espécie de dever, dever de sonhar, de sonhar sempre, pois sendo mais do que um espetáculo de mim mesmo, eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso. E, assim, me construo a ouro e sedas, em salas supostas, invento palco, cenário para viver o meu sonho entre luzes brandas e músicas invisíveis." Fernando Pessoa
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